11.9.13

L-carnitina: Funciona na perda de peso?

Perder Peso A carnitina é um nutriente gerado pelo nosso corpo, a partir da lisina, metionina, vitamina B6 e B3, vitamina C e ferro. Esse nutriente também é encontrado em alimentos de fonte animal, principalmente na carne vermelha.

Mais conhecido como transportador de gordura, a carnitina também age retardando o envelhecimento das células cerebrais, podendo refletir na capacidade de concentração, memória, aprendizagem entre outros.

No ramo de suplementação, a L-carnitina é comumente associada com a perda de peso e pelo aumento do desempenho físico.

A carnitina age da seguinte forma: para “queimar gordura”, inicialmente ela deve ser transporta para outra célula (mitocôndria), mas as gorduras por si só não conseguem passar por determinadas membranas por serem impermeáveis, necessitando da carnitina para se tornarem permeáveis e entrarem no interior da mitocôndria onde poderão ser “quebradas” para produção de energia.

Foi então, que surgiu a hipótese de que, quanto mais carnitina maior seria a “queima de gordura”, pois haveria mais transportadores e a sua utilização poderia acontecer de forma mais rápida, até ai ok. Mas, o que a maioria dos estudos encontrou é que na pratica, a carnitina por si só não se faz eficiente para a quebra de gordura.

9.9.13

Definição muscular: como conseguí-la?

A moda hoje em dia é ficar forte e definido, ou seja: pouca gordura e muitos músculos aparentes. Porém, conseguir esse visual não é nada fácil, nem para homens, muito menos para mulheres. Ao adotar algumas estratégias nutricionais, os indivíduos conseguem um ótimo resultado visível no corpo!

Confira:

1-       Treino pesado: os músculos não irão aparecer se você treinar levinho, sem aumentar os pesos com o passar dos dias. Então, para conseguir um corpo tonificado e desenhado, treine pesado com a orientação de um bom profissional da Educação Física! Não tenha medo de ficar “muito musculoso”, capriche na evolução dos pesos;

2-       Doces e Carboidratos refinados: alimentos à base de farinha branca e açúcar viram gordura corporal “na hora”, tanto para praticantes, quanto para atletas (claro, respeitando gasto calórico, genética e tipo de alimento). Mas a regra geral para melhorar sua definição é diminuir e/ou até mesmo excluir esses ingredientes de seu cardápio. Em pouquíssimos dias, você já notará diferença;

5.9.13

Maltodextrina x Dextrina x Dextrose: Você sabe o que esta consumindo?

Em busca de aumento de massa muscular ou simplesmente melhorar o rendimento esportivo, muitos adotam algum tipo de suplemento nutricional em sua rotina e na maioria dos casos sem orientação personalizada de um profissional da saúde.  O mercado de suplementos cresceu muito, no entanto, muitos destes ainda sem um consenso ou comprovação científica. Um suplemento de forma errônea pode trazer danos à saúde, como uma hipersensibilidade alimentar (que pode, por exemplo, propiciar a uma rinite ou sinusite), intoxicação, disfunção na tireóide (como hipotireoidismo), disbiose intestinal (tendo com um dos principais sinais o aumento de acne) entre outros.

Amplamente usados na forma de suplemento ou de forma “oculta” em muitos produtos alimentícios, o uso de carboidratos como maltodextrina, dextrina  e dextrose se tornou uma “febre”.

Para entender a diferença, veja como os carboidratos podem ser classificados:
- Simples (monossacarídeos: frutose, glicose, galactose; dissacarídeos: sacarose, lactose, maltose)
- Complexos (oligossacarídeos e polissacarídeos: amido, celulose, glicogênio).
Maltodextrina: é um derivado de amido (milho, mandioca, batata entre outros). É a combinação do carboidrato simples com o complexo.

Dextrina: é uma classe dos carboidratos complexos.

Dextrose: nada mais é um que nome “bonitinho” dado a glicose, portanto um carboidrato em sua forma mais simples (totalmente hidrolisado).

2.9.13

Alimentos que ajudam no ganho de massa muscular

É realidade de que não há um fator isolado para o ganho de massa muscular. Erra quem pensa da seguinte forma: “Preciso achar um suplemento que me faça atingir meu objetivo” ou “Preciso urgente procurar um treino novo na Internet, pois o meu não dá mais resultado” ou pior ainda: “O jeito vai ser usar anabolizantes.”. Esse tipo de pensamento é o que leva a frustação de milhares de pessoas no mundo fitness, afinal, elas pensam que um fator isolado irá mudar seus corpos milagrosamente. Quem acompanha meu trabalho sabe que essa missão não é tão fácil assim.

Canso de explicar aos leitores e clientes de que não há milagre, nem suplemento milagroso, nem treino, nem dieta de forma isolada que irá mudar seu corpo drasticamente. O que irá fazer você atingir seus objetivos é o conjunto: treino correto e pesado + dieta e suplementação adequada e descanso. Ao adotar essas mudanças em sua vida e rotina, os resultados começam a aparecer. Então esqueça os suplementos que prometem demais, as drogas que prejudicam a saúde e se esforce para atingir seus objetivos!

Porém, como a minha área é a nutrição, suponho que você já tenha um treino legal e esteja descansando bem, então, vou dar dicas de alguns alimentos chaves que irão fazer toda a diferença em sua dieta e ajudá-lo a desenvolver mais músculos:

30.8.13

A importância do DHA em nossas vidas

DHA ou Ácido docosahexaenóico é um ácido graxo poliinsaturado Ômega-3. É um ácido graxo essencial. Recebe esse nome, pois não é produzido pelo nosso organismo, devendo ser adquirido através da alimentação e da suplementação. Os ácidos graxos poliinsaturados Ômegas 3 (EPA e DHA) são essenciais para todas as células do nosso corpo, pois exercem funções importantes ao nosso organismo, como: o aumento de metabolismo e do crescimento muscular, a produção de energia, o transporte de oxigênio e o crescimento normal celular, proporcionando as funções nervosas adequadas e a regulação hormonal.

O DHA tem importante função na formação, desenvolvimento e funcionamento do cérebro e retina, sendo predominante na maioria das membranas celulares desses órgãos. Por ser insaturado, O DHA atua influenciando as propriedades físicas das membranas cerebrais, as características dos seus receptores, as interações celulares e a atividade enzimática. Com o envelhecimento do indivíduo, há um aumento do estresse oxidativo, o qual reduz os níveis de DHA e ácido araquidônico no cérebro. Esse processo resulta em um aumento na proporção de colesterol no cérebro e ocorre em maior intensidade nas doenças de Alzheimer, Parkinson e na esclerose lateral amiotrófica.

Ele exerce um papel importante no desenvolvimento fetal e infantil durante a gravidez e durante a amamentação.

Durante a gravidez, o DHA atua no sistema nervoso e é particularmente importante no terceiro trimestre de gestação, pois nesse período ocorre um crescimento significativo do cérebro.

O feto não pode produzir o DHA e deve obter este nutriente vital através da placenta durante a gravidez e do leite materno após o seu nascimento.

DHA também fornece importantes benefícios para a mãe e por esse fato sugere-se a suplementação de DHA durante a gravidez podendo ajudar a prolongar a gestação e contribuindo para a saúde emocional da mãe. Durante a amamentação as mulheres devem consumir uma dieta saudável, incluindo nutrientes importantes para a sua saúde e a saúde de seu bebê.

28.8.13

Creatina: Quando utilizar?

A creatina é parte de um aminoácido encontrado no músculo (95%) e o restante no coração, cérebro, testículos e músculo liso.  Ela é produzida no fígado, pâncreas e rins, a partir dos aminoácidos glicina e arginina. Na alimentação, a creatina pode ser encontrada em maiores quantidades no arenque, carne suína, carne bovina, salmão, atum e bacalhau respectivamente.

Muito conhecida entre os praticantes de atividades físicas, principalmente entre os praticantes de musculação e esportes de força, a creatina exerce alguns efeitos sobre o ganho de massa muscular.

Atualmente ela é encontrada nas formas: creatina fosfato, citrato de creatina, monoidrato de creatina e micronizada, podendo ser na forma de pó, gel, liquido, barras e gomas. Alguns suplementos também incluem a creatina como um de seus componentes, mas nem sempre as combinações são as mais eficientes para bons resultados da creatina.

A sua utilização é  indicada para esportes de alta intensidade e curta duração, como por exemplo, as lutas, natação, fisiculturismo, ciclismo, entre outros. Estudos recentes também têm encontrado ações benéficas para doenças crônico degenerativas, neuromusculares e tolerância à glicose.

Quando utilizada corretamente (dose e tempo), não acarreta em prejuízo renal em pessoas saudáveis. A suplementação de creatina não deve ser tomada ininterruptamente e em altas dosagens, além disso, quando a ingestão de creatina é superior ao limite máximo de acúmulo no músculo, a sua síntese (pelo corpo) é  diminuída e  a creatina ingerida é excretada pela urina.

26.8.13

Cafeína: Um bom otimizador da prática esportiva?

Cafeína
A busca por ergogênicos no esporte vem crescendo pelos atletas e frequentadores de academia, que buscam meios para melhorar o desempenho e o resultado desejado pelo execício, aliado ao menor grau de fadiga e com melhor performance atlética.

Se tratando de nutrição esportiva, os suplementos nutricionais vem sendo utilizados amplamente com o objetivo de aumentar as reservas energéticas,  a oxidação de gorduras, elevar o anabolismo proteico (ganho de massa muscular) e  também com o intuito de reduzir a percepção do esforço durante o exercício físico.

Nesse sentido, a cafeína vem sendo consumida com grande frequência antes da prática esportiva, com o objetivo de protelar a fadiga e consequentemente aprimorar o desempenho físico. Embora ela não apresente valor nutritivo, a cafeína é considerada um ergogênico nutricional por estar presente em vários produtos alimentícios comercializados e consumidos atualmente.

Os efeitos da cafeína podem variar de pessoa pra pessoa, oscilando de acordo com o peso e a regularidade que é consumida. Sua ação no organismo atinge o pico cerca de 15 a 120 minutos após a ingestão, podendo causar tolerância,ou seja, progressivamente maiores doses de cafeína deverão ser ingeridas para que se possa atingir o mesmo efeito.