A carnitina é um nutriente gerado pelo nosso corpo, a partir da lisina, metionina, vitamina B6 e B3, vitamina C e ferro. Esse nutriente também é encontrado em alimentos de fonte animal, principalmente na carne vermelha.Mais conhecido como transportador de gordura, a carnitina também age retardando o envelhecimento das células cerebrais, podendo refletir na capacidade de concentração, memória, aprendizagem entre outros.
No ramo de suplementação, a L-carnitina é comumente associada com a perda de peso e pelo aumento do desempenho físico.
A carnitina age da seguinte forma: para “queimar gordura”, inicialmente ela deve ser transporta para outra célula (mitocôndria), mas as gorduras por si só não conseguem passar por determinadas membranas por serem impermeáveis, necessitando da carnitina para se tornarem permeáveis e entrarem no interior da mitocôndria onde poderão ser “quebradas” para produção de energia.
Foi então, que surgiu a hipótese de que, quanto mais carnitina maior seria a “queima de gordura”, pois haveria mais transportadores e a sua utilização poderia acontecer de forma mais rápida, até ai ok. Mas, o que a maioria dos estudos encontrou é que na pratica, a carnitina por si só não se faz eficiente para a quebra de gordura.
A moda hoje em dia é ficar forte e definido, ou seja: pouca gordura e muitos músculos aparentes. Porém, conseguir esse visual não é nada fácil, nem para homens, muito menos para mulheres. Ao adotar algumas estratégias nutricionais, os indivíduos conseguem um ótimo resultado visível no corpo!
Em busca de aumento de massa muscular ou simplesmente melhorar o rendimento esportivo, muitos adotam algum tipo de suplemento nutricional em sua rotina e na maioria dos casos sem orientação personalizada de um profissional da saúde. O mercado de suplementos cresceu muito, no entanto, muitos destes ainda sem um consenso ou comprovação científica. Um suplemento de forma errônea pode trazer danos à saúde, como uma hipersensibilidade alimentar (que pode, por exemplo, propiciar a uma rinite ou sinusite), intoxicação, disfunção na tireóide (como hipotireoidismo), disbiose intestinal (tendo com um dos principais sinais o aumento de acne) entre outros.
É realidade de que não há um fator isolado para o ganho de massa muscular. Erra quem pensa da seguinte forma: “Preciso achar um suplemento que me faça atingir meu objetivo” ou “Preciso urgente procurar um treino novo na Internet, pois o meu não dá mais resultado” ou pior ainda: “O jeito vai ser usar anabolizantes.”. Esse tipo de pensamento é o que leva a frustação de milhares de pessoas no mundo fitness, afinal, elas pensam que um fator isolado irá mudar seus corpos milagrosamente. Quem acompanha meu trabalho sabe que essa missão não é tão fácil assim.
DHA ou Ácido docosahexaenóico é um ácido graxo poliinsaturado Ômega-3. É um ácido graxo essencial. Recebe esse nome, pois não é produzido pelo nosso organismo, devendo ser adquirido através da alimentação e da suplementação. Os ácidos graxos poliinsaturados Ômegas 3 (EPA e DHA) são essenciais para todas as células do nosso corpo, pois exercem funções importantes ao nosso organismo, como: o aumento de metabolismo e do crescimento muscular, a produção de energia, o transporte de oxigênio e o crescimento normal celular, proporcionando as funções nervosas adequadas e a regulação hormonal.
A creatina é parte de um aminoácido encontrado no músculo (95%) e o restante no coração, cérebro, testículos e músculo liso. Ela é produzida no fígado, pâncreas e rins, a partir dos aminoácidos glicina e arginina. Na alimentação, a creatina pode ser encontrada em maiores quantidades no arenque, carne suína, carne bovina, salmão, atum e bacalhau respectivamente.